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Na verdade eu deveria dizer "Peru e só um pouquinho da Bolívia", já que em teoria basicamente cruzamos a fronteira só para pegar o avião de volta para o Brasil, mas o pouco tempo que passamos lá foi suficiente para causar uma impressão e para ter algo a compartilhar.

 

Mas bem vamos começar pelo começo...

 

Talvez em partes essa história tenha começado do tipo de visão que fazemos de nós mesmos (nesse caso eu de mim mesmo) e como tornar-la verdadeira. Então, buscando colocar o Indiana Jones dentro de mim para fora, enfiei na cabeça que queria conhecer Machu Pichu e fazer a trlha Inca. Existe alguma coisa nesse tipo de viagem que me atrai um pouco mais do que esses roteiros já mais batidos, claro que viajar para o Peru está longe de significar descobrir o mundo, mas ainda hoje não vejo como sendo dos principais destinos turísticos dos brasileiros. Então, em 2001 convenci meus pais a irem comigo, e me encantei com tudo aquilo: o esforço físico, a dificuldade, o ar rarefeito, e claro toda a beleza do local, junto com a hospitalidade das pessoas. Assim, mesmo diante de tantos e tantos lugares que ainda existem no mundo e tenho vontade de conhecer, prometi a mim mesmo que retornaria lá numa outra oportunidade, talvez com amigos.

 

Em 2011 essa oportunidade apareceu, um amigo querendo fazer uma viagem de busca espiritual lançou a ideia a qual eu e mais um abraçamos. Pensei então que deveríamos incluir o Lago Titicaca e as linhas de Nazca também, assim fecharia o Peru e poderia me consentrar em visitar outros lugares - doce ilusão! - por questões monetária e de tempo ábil, não fomos para as Linhas de Nazca, mas fora isso ainda tem tanta coisa para conhecer por ali, que ainda é impossível pensar em não retornar. No final, nosso roteiro ficou o seguinte:

 

Brasil - Lima - Cuzco - Trilha Inca - Machu Pichu - Aguas Calientes - Cuzco - Puno - La Paz - Brasil

 

Peru e Bolívia

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Chegamos em Lima, que em si já é um ótimo cartão de visita, mas não era nosso principal objetivo para essa viagem, ainda assim é muito interessante perceber como o tempo está sempre pra chover mas nunca chove, tanto que os telhados são em sua maior parte planos. Também vale a pena mencionar o Circuito Magico del Agua, que é o maior complexo de fontes de água do mundo e é de fato fantastico.

 

Seguimos para Cuzco, a cidade é maravilhosa, dá a impressão de que um livro de história foi jogado em sua cabeça. A mistura de base de arquitetura Inca com prédios coloniais nos remete a tudo que aquele lugar já foi e as transformaçoes pelo qual passou. Encontrar e perceber pessoas de todas as partes do mundo, que chegam lá também se sentindo exploradores, não tira nada do lugar, nesse caso em minha opinião...

 

Como já se aproximava de novembro minha lembrança e pesquisas dizia que mais cedo ou mais tarde iríamos enfrentar chuva durante a trilha. Comprei e fiz meus parceiros comprarem casacos a prova dágua, sapatos ipermeaveis e etc, mas num acaso da sorte a chuva quase não nos pegou, algumas vezes começou a chuviscar quando estávamos perto de chegar ao acampamento. O terceiro dia de caminhada não foi limpo uma constante neblina nos fez companhia o dia quase todo, mais isso pra mim so agregou a mágica do lugar.

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